Há dias que é dia de sol, mas no horizonte por onde ela brilha, é sempre dia de vida. Assim vejo Dolce Vita. Sem nenhuma telha quebrada, sem nenhuma onda a desarrumar a arte de viver. Por onde ela passa, vejo brilhos e brilhos. E quem passa logo depois pode encantar-se, pode enciumar-se ou enlouquecer-se.
Impossível seria esquecê-la com seus raios de luz sobre a mesa. Como se a sabedoria estivesse sempre posta. Garfos e talheres, pouco importa!
Há uma pena no lugar de uma rosa Há um papel, uma tela, uma porta Uma janela para o humor do sonho Um talento sem tamanho!
E se não soube colocá-la em um justo pedestal neste poema É necessário que volte para as proximidades de nossas penas Que novas páginas se alegrarão com o prazer De não apenas escrever HAPPY BIRTHDAY ou I miss you.
Que para mim tu és a rainha dos ouros. Mas se numa caixa bem guardada o seu nome eu escrevesse, não seria com prata, ouro ou bronze. Seria com o arco-íris banhado de lua por toda sua criatividade que cativa e flutua nesta forma de nunca mais esquecer-te.
E além da sua obra... Para sempre a verei como uma foto da vida de fato doce. Cenário que durará em meu coração para sempre.